Despertar de madrugada na convicção de que temos de mais para fazer num
período tão curto:as míseras 24 horas, espaço temporal que nos é dado para proporcionarmos algum tipo de sentido naquele dia que nos é acrescido.
Despertar de madrugada, sabendo que poderíamos dormir um dia inteiro, sem ninguém dar por nossa falta.
A nossa insignificância individual, leva-nos a incansável procura de sentido,
tão velha quanto a própria figura de Fausto, ou mais ainda, é a eterna característica humana.
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